sexta-feira, 29 de março de 2013

DOCAT: subsídio apresentará a Doutrina Social da Igreja Católica numa linguagem jovem

 
docat   Depois do sucesso do YOUCAT, está em fase final de tradução o “YOUCAT – Curso para o Crisma”. Mas já está em preparação também o DOCAT. O nome é uma combinação do verbo inglês “fazer” e “Catecismo” (fazer alguma coisa). O novo instrumento descreverá, em 12 capítulos e numa linguagem jovem, a Doutrina Social da Igreja Católica e seu impacto nas áreas de trabalho, negócios, política, meio ambiente e paz.
    O DOCAT terá o mesmo o design gráfico e formato do Catecismo Jovem. Segundo Bonacker Marco, colaborador do projeto, teólogo e Doutor em Ciências Sociais, “essa nova ferramenta também será baseada em perguntas e respostas, para que o jovem compreenda e se aproxime do que a Igreja ensina em sua Doutrina Social”. Para isso, recentemente um grupo de jovens foram novamente convidados para durante um fim de semana fazerem um teste sobre o que está sendo elaborado. A obra também conta com colaboração e orientação do Cardeal Arcebispo de Munique, Reinhard Marx e do especialista em assuntos sociais e político, Norbert Blüm.
Seguindo a proposta da Nova Evangelização, o DOCAT pretende recordar aos jovens que sua principal tarefa enquanto cristãos em todo o mundo é também encher de Fé, Esperança e Caridade, os espaços, que pouco foram sendo instrumentalizados, esvaziados de sentido e dignidade. Documentos como a Encíclica “Rerum Novarum” do Papa Leão XIII, “Pacem in Terris” do Papa João XXIII, e outros dos papas João Paulo II e Bento XVI inspiram o novo subsídio.
      A obra que será lançada pelo YOUCAT CENTER de Augsburg entre julho e outubro desse ano, é originalmente alemã. E o processo de concessão para os direitos de tradução e publicação é naturalmente lento. Sendo aprovado durante o curso do segundo semestre pelos órgãos competentes, (tanto a editora que detém os direitos autorais para a língua portuguesa, quanto a Conferência Episcopal Local), provavelmente o DOCAT chegará ao Brasil em 2014.

Disponível em: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/internacional/11674-docat-subsidio-apresentara-a-doutrina-social-da-igreja-catolica-numa-linguagem-jovem Acesso em: 29 de mar. de 2013

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Novo site da Vida Pastoral

Nesta segunda-feira, 26 de novembro, celebra-se a memória do Bem-aventurado Tiago Alberione, fundador dos paulinos e da Família Paulina. A Igreja no Brasil é historicamente beneficiada pelo trabalho desta congregação religiosa e uma iniciativa, de cunho pastoral, será tomada no dia de hoje. Como um marco desta data, está sendo disponibilizado ao público pela Paulus editora o site da revista Vida Pastoral. O site torna acessível um vasto acervo de artigos da revista classificados por áreas temáticas: Bíblia, eclesiologia, temas pastorais, ministério presbiteral, cristologia, ciências da religião, sacramentos, liturgia, roteiros homiléticos, mariologia, Trindade, escatologia, temas de atualidade, temas sociais, espiritualidade, catequese, documentos e concílios, ecumenismo e diálogo inter-religioso.  Os textos podem também ser localizados por autor, por edição e por ano, bem como se podem baixar pdfs das edições dos últimos 3 anos. Os interessados podem acessar: www.vidapastoral.com.br
Fonte: CNBB

Disponível em: <http://www.arquidioceserp.org.br/> Acesso em: 27 de nov. de 2012.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

5ª CELEBRAÇÃO DA PALAVRA PARA JOVENS

Inspirados em uma das sugestões do projeto SIM – Ser Igreja em Missão, a paróquia Nossa Senhora de Lourdes, no Parque Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto (SP), realizou no dia 14 de abril, às 19 horas, a 4ª Celebração da Palavra para Jovens. A iniciativa partiu do Grupo de Jovens Éfeta e contou com o apoio do pároco padre Alencar Prates Rodrigues. Em 2011, foram realizadas quatro celebrações, com intervalos de três meses entre elas. Os temas abordados, sempre unidos a liturgia do dia, falaram do potencial e do protagonismo juvenil na construção do Reino de Deus.
 
Neste ano, os jovens refletiram sobre o tema: “O despertar da juventude para a missão em Cristo segundo o exemplo de São Marcelino Champagnat: uma experiência de vida’, e contaram com a assessoria do irmão marista Luiz Carlos, dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, e das Irmãs Franciscanas da Penitência. Houve participação de grupos de jovens da forania Santa Maria Goretti e membros da Pastoral da Juventude Marista. O Pastoralista do Centro Social Marista Ir. Rui - CSM - sr. Matheus, esteve presente e entoou o canto Brilha Champagnat motivando a comunidade para a entrada das imagens de São Marcelino e Maria, boa mãe, que tanto o inspirou. 

Na homilia, o ministro Alex Lima, destacou a importância de viver unidos, “em um só coração e uma só alma a exemplo das primeiras comunidades, para vivermos, nos vários momentos da caminhada, a Paz, tão querida por todos e desejada por Jesus e, desse modo amar a Deus na observância dos seus mandamentos”, concluiu Alex.
 
O Irmão Luiz, também durante a homilia, falou sobre as experiência de São Marcelino Champagnat com Deus e a Virgem Maria, a quem confiante e carinhosamente chamava de Boa Mãe. "O Pe. Champanhat é exemplo para a juventude por ser empreendedor e acreditar no projeto de Deus no mundo" Destacou.

A Ir. Masé proclamou o evangelho e, ao final, falou da importância da boa acolhida que presenciou e disse para os jovens não perderem esse entusiamo.

Alguns jovens tiveram a oportunidade de se manifestar sobre sua participação na Celebração e os diversos momentos que a liturgia oportunizou. Todos ficaram entusiasmados e já conversam sobre a preparação da próxima.

Colaboração: Alex Lima
Fotos: Mirian Qualio
23.04.2012
 
 
 
Ir. Masé, das Franciscanas da Penitência
 
 
 
 

quinta-feira, 22 de março de 2012

CATEQUESE HOJE: UM DESAFIO POSSÍVEL - REFLEXÕES E SUGESTÕES PRÁTICAS

EQUIPE ARQUIDIOCESANA PARA  A ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA


Uma das dicas mais preciosas para os novos (e mesmo para os experientes) catequistas, talvez seja a de investir na formação: é um dos segredos e uma das grandes necessidades de bons resultados tanto na evangelização como na educação.

É necessário perceber que em uma sociedade plural e em constante mudança, nunca sabemos o suficiente. Ter uma visão do ambiente em que os catequizandos estão inseridos, ou mesmo da sociedade brasileira e do mundo – em síntese, estar atentos e atualizados em vários aspectos – torna-se a chave para a concretização da proposta da catequese: levar o outro a fazer uma experiência com Jesus Cristo para se tornar verdadeiramente discípulo e missionário na construção do Reino que o Senhor nos comunicou. Falar a partir da realidade de quem nos ouve é muito importante para que a mensagem faça sentido em sua vida.

Em 2009, vivenciamos o Ano Catequético Nacional, cujo tema era “Catequese, caminho para o discipulado. O lema – “nosso coração arde quando ele fala, explica as escrituras e parte o pão” (Lc 24, 32.35) – nos faz olhar para dois pontos fundamentais, corroborando o que até aqui dissemos: a caminhada dos discípulos e missionários e a Pedagogia do Senhor de nossas vidas para lhes tocar o coração.

Nos diversos momentos da passagem, podemos aprender com o próprio Jesus alguns pontos da ação catequética:

1º – O encontro:
 Aprender caminhando com o Mestre: Jesus se aproxima e escuta;

2º – A palavra:
 Aprender ouvindo o Mestre: Ele nos revela as Escrituras;

3º – A Missão:
Ao partir o pão, eles o reconheceram e retornaram ao caminho.

Fonte: Texto-base Ano Catequético Nacional – 2009 / CNBB 2ª Edição Revisada e Ampliada.

De fato, temos um grande desafio pela frente, por isso, alguns elementos que irão nos ajudar nessa caminhada devem ser destacados:

Ø  Ninguém é catequista sozinho. É preciso estar em unidade com toda a pastoral e toda a comunidade, participando das missas e celebrações dos jovens e crianças, onde (ou quando) houver. Formar-se permanentemente não é fácil, por isso, contar com a partilha de ideias, estando atentos àquilo que cada um tem a contribuir, colaborando, do mesmo modo, com todos que nos procuram, é fundamental.

Ø  A Bíblia é o livro por excelência da catequese. Deve acompanhar todos os momentos de formação, de reunião e, nos encontros com os catequizandos, ter um lugar de destaque, porque “na oração falamos com Deus, na Sagrada Escritura Deus fala conosco” – Santo Isidoro. Destacamos aqui, a Lecio Divina.

Ø  Dinâmicas são importantes. Criar momentos diferentes, com elementos, lugares ou disposições diversas enriquece os encontros e motiva para o conhecimento e a vivência: duas faces da mesma moeda nesse processo evangelizador.

Ø  O encontro de catequese não é uma aula, e não há aluno e professor, mas catequizando e catequista. O encontro catequético é um encontro de fé, espaço privilegiado de educação e amadurecimento da fé.

Ø  O catequista é, inevitavelmente, exemplo. Para que tudo ocorra bem, ser pontual, acolhedor, saber os nomes dos catequizandos, entre outros fatores, são pontos fundamentais a serem considerados.

Concluímos, que “a pedagogia da fé precisa então atender às diversas necessidades e adaptar a mensagem e a linguagem cristãs às diferentes situações dos interlocutores” (DNC 179), o que nos apresenta uma necessidade de sempre BUSCAR (...).


Inspirados por Maria, dissemos nosso SIM ao chamado de Deus. Que ela possa interceder por nossa caminhada e inspirar tantos outros na construção do Reino que também é nosso. Amém.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

25 ANOS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LOURDES

       A paróquia Nossa Senhora de Lourdes, no Parque Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto (SP), celebrou o Jubileu de Prata de criação da paróquia, no dia 25 de dezembro de 2011, Solenidade do Natal de Nosso Senhor, presidida pelo pároco, padre Alencar Prates Rodrigues. As atividades jubilares durante todo o ano de 2011 trouxeram os antigos párocos e amigos da comunidade para celebrarem a Eucaristia e recordarem as diversas fases vividas pela paróquia, sempre acolhidos pelo padre Alencar: Cônego João Ripoli; Pe. Márcio Luís, membro da Comunidade Missionária Providência Santíssima; D. Ângélico Sândalo Bernardino, Pe. Tarcísio Teófilo Pescarolo e Pe. Cláudio Gonçalves Nunes.

       Na década de 1960, o padre Ângélico Sândalo Bernardino, hoje bispo emérito da Diocese de Blumenau (SC), invadiu cento e vinte casas que, tendo sua construção iniciada pela Caixa Econômica Federal, ficaram inacabadas e abandonadas. Era o início de um caminho guiado pelo olhar amoroso de Deus. No dia 25 de dezembro de 1986 a pequenina comunidade da, então chamada, Vila Fraternidade (hoje o bairro Parque Ribeirão Preto), foi desmembrada da Matriz Nossa Senhora da Penha, e elevada a paróquia por Dom Romeu Alberti, acompanhado do padre João Ripoli, mais tarde nomeado o primeiro pároco da nova Igreja Matriz.

       As celebrações do jubileu contaram com uma riqueza de símbolos e lembranças como a preparação de murais de fotos, a novena da padroeira, a capacitação do projeto SIM – Ser Igreja em Missão e a presença da bandeira Missionária, os roteiros da pastoral, a criação do brasão paroquial e as celebrações eucarísticas com os antigos párocos. Fica a mensagem eternizada nos corações dos fiéis que acompanharam e viveram a história desta paróquia feita de luta e doação na construção do Reino de Deus: “Recordar a vida para nós está além de simplesmente lembrar. Recordar é resgatar na memória das fotos e dos textos aquilo que nos tornou o que somos. É buscar nesses elementos nossa própria identidade”.


Paróquia Nossa Senhora de Lourdes

   Fotos: Miriam Qualio




BANDEIRA DO PROJETO SIM - SER IGREJA EM MISSÃO





BRASÃO DA PARÓQUIA










MURAL DE FOTOS












Um buquê formado por 25 rosas levadas por paroquianos até o pároco foram unidas por um laço simbolizando a unidade da comunidade paroquial





Disponível em: <http://www.arquidioceserp.org.br/default2.asp?active_page_id=1843> Acesso em: 19 de jan. de 2012. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

ANO JUBILAR DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LOURDES

Uma série de celebrações eucarísticas estão sendo realizadas na paróquia Nossa Senhora de Lourdes,  no  Parque Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto (SP), dentro da programação do Jubileu de Prata, 25 anos de criação da paróquia. A paróquia foi criada em 25 de dezembro de 1986 pelo arcebispo D. Romeu Alberti. O ano jubilar, aberto em 8 de dezembro de 2010, festa da Imaculada Conceição, pelo arcebispo  D. Joviano,  terá  o encerramento em 25 de dezembro deste ano.

Celebrações – Os antigos párocos e amigos da paróquia estão sendo convidados para celebrarem durante o ano jubilar. Em 21 de agosto, solenidade da Assunção de Nossa Senhora, o Cônego João Rípoli, primeiro pároco de Nossa Senhora de Lourdes, presidiu a celebração e recordou os vários momentos vividos na comunidade, inclusive anteriores à criação da paróquia. No dia 18 de setembro, o celebrante foi o padre Márcio Luís, membro da Comunidade Missionária Providência Santíssima e do Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Tambaú (SP). A história do padre Márcio tem profundas raízes com a paróquia, antes de ingressar na Comunidade Missionária, em 1992,  participou  do grupo de jovens e recebeu o Sacramento da Crisma.

Cônego João Rípoli e padre Alencar na celebração de 21 de agosto

Na ordem: padre Alencar, pároco, e padre Márcio, na celebração de 18 de setembro


Dom Angélico - No dia 09 de outubro, às 19 horas, a celebração foi presidida pelo bispo emérito de Blumenau (SC), dom Angélico Sândalo Bernardino.  D. Angélico,  antes  de ser sagrado bispo e da comunidade construir o templo, celebrou diversas vezes embaixo de estruturas  com  estacas de madeiras coberta com lonas. Uma das experiências narradas pelo bispo recorda o início do bairro Parque Ribeirão Preto, na época Vila Fraternidade, em 1963, quando 120 casas construídas pelo governo estavam abandonadas, e com a ajuda de pessoas que atuavam nas periferias de Ribeirão Preto, se mobilizaram para trazerem para o local e ocuparem as casas, dando início a uma série de reivindicações pelo direito a uma vida digna.

Ao final desta celebração foi apresentado o brasão da paróquia comemorativo ao Jubileu de Prata e também a iniciativa do projeto de elaboração de um livro histórico sobre a comunidade paroquial.

Fotos da década de 1960 - As celebrações eram realizadas debaixo de coberturas de lona e estacas de madeiras:

Fotos da celebração - Dom Angélico - 09.10.2011
 
 Dom Angélico reencontra alguns dos primeiros moradores da Vila Fraternidade


BRASÃO DA PARÓQUIA

TEXTO EXPLICATIVO

Brasão é um emblema, ou seja, uma figura simbólica de pessoa, família, nação, etc.
Por ocasião do ano jubilar da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, viu-se por bem elaborar tal importante símbolo, de modo que esse exprimisse o período de sua criação até a data comemorativa de seus vinte e cinco anos.

É com alegria que apresentamos o resultado dessa missão:
A cruz é o símbolo dos cristãos por excelência, pois foi nela que Cristo se entregou, por amor e obediência, pela humanidade. Nesse sentido, está no centro do Escudo que compõe o Brasão, e ligado a ela estão o cálice e a Hóstia, que nos levam a perceber, e mesmo sentir, a presença de Jesus em nosso meio.
Nas extremidades estão representados os setores, criados a partir da divisão do território paroquial, cada qual com seu padroeiro, da seguinte forma:

As rosas nos levam ao coração de Santa Terezinha. Ela dizia com grande piedade que sua vocação era o amor. Ao morrer, Terezinha havia prometido que faria descer sobre a terra uma chuva contínua de rosas (graças celestes). Ela realizou e continua a realizar essa promessa depois de sua entrada no céu, por um incalculável número de milagres.

O Tau é símbolo de São Francisco de Assis. Os três nós, representam os votos que ele – e, mais tarde, a própria ordem dos Frades Menores – fez perante Deus: pobreza, obediência e castidade.
São Francisco é também o padroeiro da ecologia, pois via a natureza como presente de Deus e com sensibilidade apreciava e respeitava todas as suas obras, daí o pássaro, que nos remete também a Campanha da Fraternidade de 2011, nos fazendo “escutar” os “gemidos da natureza” e refletir se as dores que ela sente são de parto, que traz esperança, ou de agonia, se referindo ao aquecimento global e às mudanças climáticas e pensar sobre nosso papel em relação a tais problemas.
 
O pão e o ramo de café com grãos nos convidam a refletir sobre a vida de São Benedito. O primeiro nos apresenta diretamente a vida desse homem de Deus: de origem simples, filho de descendentes de escravos, chegou a ser mestre dos noviços e, mais tarde, guardião, isto é, superior do convento onde vivia. Mas, ao terminar o período de seu superiorado, ele voltou, com a máxima simplicidade e naturalidade, aos serviços que antes realizava como cozinheiro da comunidade.

No Brasil, Benedito tem muita popularidade. Inclusive, os antigos escravos simpatizavam com ele, seja pela vida simples e pobre que viveu, seja pela afinidade de cor, em um período de grande sofrimento para esses seres humanos. Atualmente, observando o segundo símbolo que representa o santo, olhamos com carinho para a religiosidade popular: em cada casa devota de São Benedito encontramos um copinho ou xicarazinha de café aos pés de sua imagem, que geralmente fica na cozinha. O primeiro gole do café feito na casa é para o santo.

Por fim, em relação aos setores, o livro representa a Palavra que São Judas Tadeu tanto se dedicou em pregar e viver, e o machado, com a qual foi morto, representa sua adesão pessoal e verdadeira à Cristo, até as últimas consequências.

A letra M, acima do brasão, com uma coroa de doze estrelas, por inspiração da passagem do livro do apocalipse que diz “Apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida de Sol, tendo a lua debaixo dos pés, e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap. 12, 1-2), representa Maria enquanto Mãe de Jesus e mãe dos discípulos do Messias (doze estrelas – doze apóstolos). E, consequentemente, Mãe da Igreja, ou seja, de todos nós.

A faixa azul que passa por trás da letra M, descendo pelas laterais, representa o título que Ela recebeu ao aparecer para a menina Bernadete, em uma gruta, naquela pequena cidade francesa: Nossa Senhora de Lourdes. Como diz a canção: “Vestida de branco, ela apareceu, trazendo na cinta as cores do céu”.

E, finalmente, a faixa abaixo do Brasão, que apresenta ao lado esquerdo o ano de criação da Paróquia, ao lado direito o ano da celebração de seus vinte e cinco anos, e, no centro a descrição “Jubileu de Prata”, quer nos convidar à oração constante de agradecimento a Deus por todas as pessoas que passaram por aqui: Padres, seminaristas, os fiéis, desde aqueles que frequentaram as celebrações, aos que se dedicaram – e àqueles que ainda se dedicam – de alguma forma às pastorais, movimentos, promoções, e diversas outras obras para o bem de todos.

Ela tem a pretensão de ser, na verdade, uma linha do tempo, para recordarmos constantemente as pessoas e os momentos que possibilitaram a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes ser o que é hoje.

NOSSA SENHORA DE LOURDES, ROGAI POR NÓS